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Uma Estrela Caiu do Céu Capítulo 22 (ÚLTIMA SEMANA!)



EDIÇÃO
TODO CAPÍTULO 36 e 37 original na íntegra (sem cortes)
CENA 01 / CASA DE ELISINHA / INTERIOR / NOITE
Mariana entra em casa. Todos abraçam ela (abraço coletivo). Elisinha e Moacir começam a chorar.
NATÁLIA — Ah, minha irmã! Eu senti tanta saudade de você.
ELISINHA — Filha, sem você essa casa não tem graça...
MOACIR — Nós ficamos com medo de te perder.
Mariana, também chora.
MARIANA — Eu também senti muita falta de vocês, não sabem o quanto eu sofri nas mãos daquela máfia! Mas agora está tudo bem, o Apolo morreu e o resto está na prisão.
ELISINHA — Ah eu rezei tanto para ele ser levado pelas águas do inferno!
MOACIR — Elisinha, não diga isso. E não exagere também!
ELISINHA — Aquele homem não é a reflexão de Deus, Moacir! É o contrário.
MARIANA — É mãe não precisa disso... Todos merecem uma segunda chance. Mas ele cometeu muitos pecados.
ELISINHA — Eu mataria esse homem com minhas próprias mãos, nem que fosse presa! Mas eu faria de tudo para salvar você. Movia céus e terras e faria o possível e impossível, poderia chegar até o fim do mundo. (chora) Mas agora só de pensar que a minha pequena está aqui.... É uma alegria e tanta, sabe?
MARIANA 
— (chora) Ô mãe, me abraça. Eu senti falta de seu colo, das risadas em família, do carinho... Minha vida não teve sentido esse tempo todo. Fui coberta por uma cinza que não saia de mim, o meu brilho se apagou.
Moacir, continua a chorar.
MOACIR — Ainda bem que você está aqui, se não sua mãe cometeria mais uma bobagem! E dessa vez, pior.
MARIANA — Mas como assim mãe? O que aconteceu com a senhora?
ELISINHA — Nada, não filha... Agora vai descansar, vai. Hoje o jantar será especial... Comemorar que você está aqui.
MARIANA — Eu amo vocês todos! Me deem uma abraço novamente.
Eles dão um abraço coletivo e Mariana beija cada um.
CORTA RÁPIDO PARA:

CENA 02 / MANSÃO MEDEIROS / SALA / INTERIOR / NOITE
Duende, no sofá, lê um livro. Em seguida, Mág pega suas malas na escada e ele questiona.
DUENDE — Dona Magnólia? Onde vai com essas malas?
MAGNÓLIA — Vou partir no avião para o exterior hoje, começar uma nova vida, um novo tempo! Ir atrás do meu namorado.
DUENDE — Eu hei de ficar sozinho nesse casão todo? 
MAGNÓLIA — A herança é sua agora meu querido... Eu não quero mais nada, só aproveitar minha vida, percebi o verdadeiro valor dela... Dinheiro enriquece... Sim tudo, bem. A felicidade está presente naquilo que amamos e não só no dinheiro... Agora só quero lhe pedir uma coisa: governará as empresas, a mansão do jeito que o Pablo fez! 
DUENDE — Dona Magnólia? (surpreso, comemora) É uma responsabilidade grande, mas eu vou deixar tudo em ordem! Desejo que seja feliz... E... Se puder... (chora) Me visite! Vou sentir falta de você. Antes, me dê um abraço.
Eles se abraçam.
MAGNÓLIA — (chora) Eu também Duende, muito obrigada!
DUENDE — Eu que te agradeço Dona Magnólia vai com Deus! Boa sorte em sua nova vida.
MAGNÓLIA — Obrigada!
Magnólia dá um beijo no rosto de Duende e vai embora, carregando a mala.
CORTA PARA:
CENA 03 / CASA DE CAMILA / SALA / INTERIOR / NOITE
Atenção Edição: Continuação da CENA 09 do capítulo anterior.
Camila questiona a presença de Rafael e Regina em sua casa.
CAMILA — Por acaso eu dei permissão para invadirem minha casa, desse jeito?
REGINA — (agressiva) Não deu não. Mas estamos aqui para te entregar para a polícia, sua miserável!
CAMILA — Ah é mesmo Regina? Faz parte do seu plano Rafael?
RAFAEL — Eu me arrependi pelos meus atos, agora sou um homem de bom caráter! E você devia fazer isso também!
Camila dá uma gargalhada.
CAMILA — Você? Arrepender? Ah conta outra né? Isso é história para boi dormir!
REGINA — (agressiva) As pessoas se mudam com o passar do tempo.
CAMILA — Mas nem que a vaca tussa que eu farei isso! Nunca! Não é que eu fui sequestrada, que vou parar com minhas maldades. Diga aquele casalzinho idiota, que só vou desistir quando destruí-los!
REGINA — (agressiva) Você nunca encostará um dedo neles, se depender de mim. Fique longe de mim ou eu chamo a polícia. Entendeu?
CAMILA — Estou surpreendida com sua atitude.. Vai se juntar ao Rafael também?
REGINA — Eu também me arrependi. Serena e Lucas precisam ficar juntos!
CAMILA — Nunca! Lucas vai ficar comigo. Nem que eu mate os dois e os leve junto comigo para o inferno.
Regina dá um tapa na cara de Camila.
CAMILA — Sua infeliz!
Camila e Regina saem no tapa.
RAFAEL — Vamos, Regina. Levar o vídeo para a polícia. (segura o pen-drive)... Regina, vá embora logo, o acerto de contas é entre mim e a Camila!
REGINA — Eu vou, não quero mais discutir com essa mulher ordinária!
Regina pega a bolsa e vai embora.
Camila a apontar a arma para Rafael.
RAFAEL — (ri) Você acha mesmo que vai tentar me matar com essa arma? O amor vence e supera qualquer coisa! 
CAMILA — (ri) Amor por você? Nunca! Eu nunca senti nada por você. 
RAFAEL — Ah! Para de mentir, que eu não sou bobo não. Eu tenho certeza que você já me amou um dia. Só não aceita o fato de eu me arrepender.... 
CAMILA — Eu fui burra de ter confiado você! Você é um grande traidor, isso sim! 
RAFAEL — Eu só estou fazendo a coisa certa, limpando minha imagem.... Agora se me dê licença, vou entregar esse pen-drive para a delegacia... E sabe para onde você vai? Para a cadeia, querida! Pagar por todos os seus crimes.. E eu irei te atormentar todos os dias (dá uma gargalhada).
Em seguida, Camila parte para cima dele e os dois disputam pelo pen-drive. 
CAMILA — Me dá, infeliz! Ou eu te mato! Vai querer perder sua vida, é?
RAFAEL — Eu faria a última tentativa!
Os dois ainda disputam pelo pen-drive, Rafael cai no chão. Camila com a arma. Ela consegue pegar o objeto, mas Rafael consegue arrancar da sua mão e dá um soco na barriga dela.. Ele logo foge, rápido. Camila, grita, agressiva.
CAMILA — Filho de uma égua! Ah, agora eu vou ter que fugir dessa cidade! Que ódio.
CORTA RÁPIDO PARA:

CENA 04 / MANSÃO MEDEIROS / SALA / INTERIOR / NOITE
Lucas, Ariovaldo, Serena chegam na mansão.
LUCAS — Ah graças a Deus chegamos!
SERENA — E eu nem imagino que estou em casa, junto com os dois amores da minha vida.
ARIOVALDO — Ah, agora vou poder ficar com vocês! É inacreditável! Mas cadê a sua irmã, Serena? Ela não mora com vocês?
SERENA — A minha irmã é um grande empecilho na nossa vida, pai. Ela é má.
ARIOVALDO — Mas como assim?
CORTA RÁPIDO PARA:

CENA 05 / DELEGACIA DE POLÍCIA / INTERIOR / NOITE
Rafael vai até a delegacia, na sala do delegado e cumprimenta-o:
RAFAEL — Boa noite delegado! Eu quero fazer uma denúncia contra Camila Sampaio. 
DELEGADO — Meu Deus! Eu não tenho descanso não. Um caso atrás do outro... Camila? Mas essa eu libertei hoje!
RAFAEL — As aparência enganam, delegado! Nesse pen-drive, eu tenho um vídeo que comprova minha denúncia.
DELEGADO — Então, me explique o caso.
CORTA RÁPIDO PARA:
CENA 06 / MANSÃO MEDEIROS / SALA / INTERIOR / NOITE
Atenção Edição: é a cena 04. (continuação);
Ariovaldo, indignado.
ARIOVALDO — Mas como assim? A Camila, minha filha é má? O que ela fez? 
SERENA — Ela fez tudo para atrapalhar a minha vida com a do Lucas, pai. É psicopata! Capaz até de matar alguém.
LUCAS — Ela precisa ser presa, seu Ariovaldo. Já causou o mal para tantas pessoas!
Ariovaldo, começa a chorar.
ARIOVALDO — Eu nunca imaginei que a minha filha, iria virar esse monstro! É inacreditável! Porquê, meu Deus? Eu não consigo entender.
SERENA — Ô, pai! Venha cá, me dê um abraço! Não fique triste não tá? 
Ariovaldo abraça Serena e começa a chorar. Regina chega e questiona:
REGINA — Gente, porque esse homem tá chorando? Quem é ele?
SERENA — Ele é o meu pai Dona Regina!
REGINA — Seu pai?
Regina ao olhar para Ariovaldo, tem um amor a primeira vista, desta vez, correspondido.
CORTA PARA:

CENA 07 / RODOVIÁRIA / ÔNIBUS 49 / INTERIOR / NOITE
Passageiros entram no ônibus que viaja em seu destino. Eles se sentam em seus respectivos lugares, até que se identifica entre eles, uma mulher reconhecível, com cabelo amarelo, e olhos pretos... Disfarce, nada mais, nada menos que Camila que senta no banco 14 - 15. Em seguida, a cobradora do ônibus se aproxima dela e confirma:
COBRADORA — Senhora Ivanilde dos Santos Pereira, me dê sua carteira de identidade!
Ivanilde/Camila sorri, tensa e dá o documento. Na carteira de identidade dela, está registrado o nome Ivanilde com sua foto (identidade falsa).
IVANILDE/CAMILA — Quanto é?
COBRADORA — Vinte reais e noventa centavos.
Ivanilde/Camila dá o dinheiro a cobradora.
IVANILDE/CAMILA — Obrigada. 


CENA 08 / MANSÃO FERRARI MARÇONI / SALA / INTERIOR / NOITE
Atenção Edição: Continuação da CENA 06 do capítulo 36.
Regina, a olhar para Ariovaldo, sente uma forte atração.
ARIOVALDO — Prazer, Ariovaldo.
REGINA — O prazer é todo meu, Regina.
Ariovaldo e Regina dão um aperto de mão. Lucas e Serena percebem o clima entre os dois.
LUCAS — Minha mãe ficou viúva há muito tempo, seu Ariovaldo. Vivemos nesta casa, eu, ela e minha irmã, e a Serena também.
ARIOVALDO — Ah, mas que pena. Como foi isso?
LUCAS — Meu pai sempre estava doente... Ele fazia parte da aeronáutica do exército... Foi acometido por pneumonia, e quando estava perseguindo facções, desapareceu do helicóptero. Infelizmente, não há possibilidades de ele estar vivo. Certamente, o helicóptero deve ter caído no mar.
ARIOVALDO — Isso faz quantos anos? Meu Deus! Que coisa cruel!
LUCAS — Até hoje lamentamos a falta dele. Tem nove anos que a minha mãe está viúva, e está tentando arrumar um namorado.
Lucas dá um empurrãozinho para o clima acontecer.
REGINA — (corrige) Filho! Eu sou uma mulher de respeito... Olha, mudando de assunto, vocês devem estar exaustos né? Principalmente a Serena!
SERENA — Eu senti muita falta daqui, Dona Regina. Acho que perdi alguns quilos, fiquei sem alimentar.
REGINA — Graças a Deus esses bandidos estão presos! Que terror que você passou! Vocês querem que eu faça um jantar?
ARIOVALDO — Não, não. Eu já estou indo embora.
SERENA — Pai, não vai não! Fica mais!
REGINA — Se você quiser pode ficar um tempo em nossa casa, com sua filha! Nada te impede.
ARIOVALDO — Muito Obrigado! Mas tenho que encontrar com meus sócios agora, tenho uma empresa que exporta uvas. Eu vim aqui para o Rio mesmo com o objetivo de encontrar a Serena! Tenho que ir.
SERENA — Então tá bom, pai! Mas o senhor promete que voltará aqui.
ARIOVALDO — Eu irei fazer de tudo para passar o tempo com minha filha. Tchau para vocês.
TODOS — Tchau!
Ariovaldo dá um abraço em cada um e vai embora.
Lucas, percebendo o romance no ar, questiona Regina.
LUCAS — Hum... Percebi um clima de romance no ar... Será que agora vai?
SERENA — Olha, Dona Regina, se quiser eu deixo você ficar com meu pai.
Regina, disfarça, brava.
REGINA — Quietos! Vão para o quarto, me deixem em paz. Eu, apaixonar? Nunca mais!
Lucas e Serena com ar de riso.
LUCAS — Vamos para o quarto antes que sobre para nós, Serena.
SERENA — É melhor mesmo.
REGINA — Anda, já!
Lucas e Serena vão para o quarto...
Regina, suspira e confessa para si mesma.
Ela sorri.
REGINA — Até que eu gostei! Imagina eu entrando na igreja, com aquele homem lindo...
E Regina a imaginar seu casamento com Ariovaldo, na igreja.
CORTA PARA:

CENA 09 / MANSÃO FERRARI MARÇONI / INTERIOR / NOITE
Atenção Edição: Continuação da cena anterior.
Serena e Lucas vão para o quarto... Quando chegam, ele a joga na cama.
LUCAS — Estou tão feliz de ter você aqui comigo.
SERENA — E eu mais ainda!  Não podemos nos separar. Agora me promete uma coisa... Promete que ficaremos juntos, para sempre? Igual Romeu e Julieta, Páris e Helena... Diversos da nossa literatura! Eu digo e repito: Almas Gêmeas precisam ficar juntas!
LUCAS — Para sempre meu amor, para sempre. Do jeito que você quiser.... Sabe  por quê?
SERENA — Por que?
LUCAS — Por que eu te amo! Eu te amo muito! Você é a minha Serena, que ilumina meu caminho.. Penso em você noite e dia... Vamos ficar juntos até que o Sol e a Lua nos separem...
Serena e Lucas se beijam.
LUCAS — E para celebrar essa união... Eu tenho um pedido a te fazer.
SERENA — Faça quantos pedidos quiser, meu amor! Eu amo todos!
Lucas, ajoelha-se no chão e Serena, sorri, já imaginando a cena, eufórica. Ele pega do seu bolso, uma caixinha, abre-a. Serena, ao ver, os anéis de casamento nela, emocionada.
LUCAS — Serena, meu amor, casa comigo?
Serena, emocionada, chora. Ela limpa as lágrimas e pronuncia:
SERENA — Eu serei a mulher mais feliz desse mundo se estivesse fazendo isso, você é o meu Lucas, para sempre... Meu amor por você é intenso, que o melhor jeito é celebrar essa união, como um marco na nossa história de amor... Casar é a melhor opção que eu posso escolher. É claro que eu aceito casar com você meu amor!
Ele comemora.
Em um clima de romance, Lucas e Serena vão para a cama e logo se beijam.
CORTA PARA:

Há uma passagem de tempo na trama.... A noite logo faz uma transição para o Regina queima papéis velhos e faz uma "limpa" na casa... Ela organiza seu  quarto, demite faxineiras... Lucas e Serena se beijam... Cada personagem em suas ações... Duende administra a empresa de Pablo, Mariana cuida de seu restaurante, reinaugura-o. Ela coloca uma nova placa nele, pinta as paredes e após isso, comemora com a família.
Ao todo, passam-se CINCO MESES.
CORTA PARA:

CENA 10 / HOSPITAL DR. ALBERT EINSTEIN / CORREDOR 8°ANDAR / INT / DIA
Já se passaram cinco meses... Regina, aflita, grita por Valentina que vai encontrá-la no corredor, na cadeira de rodas.
REGINA — Filha! Ah, minha filha, você está viva!
Valentina, com memória já recuperada, diz:
VALENTINA — Mãe?
Regina corre para abraçá-la.
REGINA — Você voltou filha, recuperou a memória!
VALENTINA — Eu senti saudade!
REGINA — Eu também. Me dê mais um abraço. 
As duas choram. Lucas, de óculos, abraçado de Serena, a acompanhar a ena.
Valentina abraça Regina, na cadeira de rodas. Quando ela faz esforço para levantar, quase cai, mas o doutor Jairo chega e a ajuda.
DR. JAIRO — Cuidado, Valentina. Dona Regina! Conseguimos. Trouxemos a Valentina de volta para você, depois do quarto, ela teve que ficar na UTI esse tempo todo, como sabe. E entrou em coma né? Cuidamos muito bem dela! E graças a Deus, ela recuperou a memória com as terapias!
REGINA — Eu fiquei meses sem ver minha filha Doutor, e agora tenho ela para mim... Ela vai ter que ficar nessa cadeira mesmo?
Regina, aflita, começa a chorar.
REGINA — Como minha filha andará? Terá contato com as pessoas, direito?
DR. JAIRO — Eu sinto muito Dona Regina, mas como o acidente foi grave, ela terá que ficar na cadeira de rodas... Olhe pelo lado bom, pelo menos sua filha recuperou a memória.
REGINA — É verdade Doutor, muito obrigada por tudo que você fez! 
DR. JAIRO — Desejo a vocês uma boa sorte e podem ir embora. 
Regina abraça o Doutor e vai embora do hospital, empurrando Valentina na cadeira de rodas. Ela se aproxima de Lucas, que começa a chorar, emocionado.
CORTA PARA: 

CENA 11 / RESTAURANTE DE MARIANA / INTERIOR / DIA
Clientela no restaurante de Mariana, lotado.
Natália atende cada cliente nas mesas do restaurante... Mariana e sua mãe na cozinha, enquanto Moacir fica no caixa e dá ordens a Gabo, o entregador da marmita... Mariana, e Elisinha cozinham, alegres.
MARIANA — É mãe, finalmente eu realizei meu sonho! Está indo tão bem! Dizem que a comida daqui só causou efeito positivo nos clientes. Olhe em volta, tantos clientes!
Elisinha e Mariana olham em volta e veem os clientes, aproveitando, dando risadas e se divertindo.
ELISINHA — Com o seu mérito minha filha, esse restaurante só tem sentido com você! Ah, eles adoram nossa comida. Estamos competindo com os outros restaurantes! Ainda bem que gostaram daqui.
MARIANA — Eu estou a irradiar de felicidade...  (chora) Não acredito, que depois de tanto tempo, consegui tudo isso! Foi tanta luta, tanta dor! 
ELISINHA — Você merece minha filha. É uma mulher honesta, justa, batalhadora! 
MARIANA — Eu achei que não iria estar viva, fiquei com medo esse tempo todo. Várias pessoas me apoiaram, principalmente vocês minha família, falaram que eu iria vencer o câncer! Mas eu duvidei! E hoje pelo menos tenho mais um tempo de vida para aproveitar esse sonho que realizei.
ELISINHA — Eu também fiquei com medo minha filha, mas graças a Deus você está aqui entre nós! Eu te amo.
MARIANA — Eu também te amo minha mãe. 
Elisinha e Mariana se abraçam.
ELISINHA — Agora vamos trabalhar, logo logo tem mais clientes chegando!
MARIANA — Vamos lá!
CORTA PARA:

CENA 12 / EMPRESA MEDEIROS / DIREÇÃO / INTERIOR / DIA
Na empresa, em sua sala, Duende fecha negócios com representantes e eles vão embora. Após isso, ele termina de assinar alguns documentos e lê, desta vez... Logo, aparece uma surpresa. Uma mulher deslumbrante, de casaco e loira... Estréia da personagem Laura... Duende, ao vê-la em sua frente, a reconhece e questiona:
DUENDE — Laura? 
CORTA PARA:

CENA 13 / MANSÃO FERRARI MARÇONI / INTERIOR / DIA
Lucas e Serena chegam em casa e Regina, vem depois empurrando a cadeira de rodas de Valentina.
REGINA — Ah minha filha, graças a Deus você está em casa!
VALENTINA — Eu não veria a hora de ficar aqui com vocês... 
LUCAS — Família... Aproveitando essa hora, eu queria contar uma novidade para vocês.... 
SERENA — Nosso casamento está marcado para a próxima semana!

FIM DO CAPÍTULO

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