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O Troco - Capítulo 22 | Últimas semanas

  






O Troco


CAPÍTULO 22


Uma Produção Ranable Webs


Criada e escrita por: EZEL LEMOS

Direção artística: WANDERSON ALBUQUERQUE 



PARTICIPAM DESTE CAPÍTULO

BRUNA MARQUEZINE - MAYA/LIS

CAIO PADUAN - RODOLFO 

SÉRGIO MALHEIROS - ANTHONY

CLAUDIA RAIA - ELVIRA

SOPHIA ABRAHÃO - KÁTIA

MAURÍCIO DESTRI - KAÍQUE

ADRIANA LESSA - GRACINHA

SILVIA PFEIFFER - CASSANDRA DHEMERSSON

JUAN ALBA - HERMES DHEMERSSON

JULIANA PAIVA - DAFNE DHEMERSSON 

ANA BEATRIZ NOGUEIRA - NEIVA

THAIS MELCHIOR - PÂMELA

CACO CIOCLER - SAMIR


CENA 1 - INT. MANHÃ, MANSÃO DE LIS/ SALA

Darlisson olha surpreso para Maya, que fica apavorada ao ter seu segredo exposto. 

Kaique olha para Darlisson, surpreso.


KAIQUE (surpreso) - Quem é você? 


Darlisson e Kaique se encaram.

Maya está cabisbaixa e levanta a cabeça desesperada, sem saber o que falar.


DARLISSON - Não importa quem eu sou. Eu quero saber quem realmente é você Maya?


MAYA (chateada) - Vai embora, Darlisson! Depois eu te explico!


DARLISSON - Mas é sério,seu nome é esse aí que ele falou?


MAYA - Depois, Darlisson! 


Darlisson olha para Kaique e Maya, ele vai embora da sala. Maya fica mais tranquila e olha acuada para Kaique.


KAÍQUE (chateado) - Isso não se faz! Você fez a gente de bobo. Sabe o quanto o Anthony sofreu com a sua morte? Não só ele, mas todos nós. 


MAYA - O Anthony, eu me apaixonei por ele. Eu amo ele. 


KAÍQUE (chateado) - Se você amasse mesmo não tinha feito o que fez.


MAYA - Eu precisei fingir minha morte. Eu sofri uma tentativa de assassinato.


KAÍQUE (chateado) - Nada explica você forjar sua morte. O que você veio fazer aqui? Porque mudou de identidade?


MAYA - Eu tinha que fazer o Rodolfo pagar pelo que me fez.


KAÍQUE - Você veio pra cá se vingar dele? É isso mesmo que tô entendendo? 


MAYA - E o que você queria? Que eu ficasse de mãos atadas e deixasse aquele bandido ficar impune? 


KAÍQUE - Poderia ter denunciado ele. 


MAYA - Você sabe como são as porcarias das leis desse país! 


KAÍQUE - O que eu sei é que fazer justiça com as próprias mãos não se chega a lugar nenhum! 


MAYA - Eu vou te mostrar que eu vou dar o troco em Rodolfo! E você vai ver que a minha vingança vai valer a pena. A única coisa que eu peço é que não conte pra ninguém que estou viva.


KAÍQUE - Ah, tá bom! Você acha mesmo que eu vou esconder isso? 


CENA 2 - INT. MANSÃO DE CASSANDRA, PORTA

Neiva está emocionada olhando para Dafne na porta da casa. 


DAFNE - Você está bem? 


NEIVA (nervosa,voz trêmula) - Eu… Eu preciso falar uma…


Rodolfo chega na sala.


RODOLFO - Tá falando com quem, Dafne?


DAFNE - É uma mulher aqui.


NEIVA (assustada) - Eu preciso ir.


Neiva sai rapidamente apressada sem dá mais explicações e embora e deixa Dafne confusa.


DAFNE (confusa) - Que estranho! 


CENA 3 - INT. ORFANATO/ SALA DA DIRETORA 

Cassandra está na sala da diretora do orfanato, ela abre sua bolsa e tira um cheque.


CASSANDRA - Bem, eu vou doar essa quantia dessa vez.


A diretora do orfanato, uma mulher séria, alta, que está usando um vestido bege pega o chegue entregue por Cassandra. Ela olha o chegue e ver que se trata de uma alta quantia.


DIRETORA - É uma quantia generosa, dona Cassandra.


CASSANDRA - Não quero que falte nada para ele. Eu sei que as coisas não foram como a gente planejou, mas também não quero que ele passe por necessidade. 


DIRETORA - A senhora não sente vontade de levá-lo algum dia para passar um dia com vocês? 


CASSANDRA - Não. Sabe bem que o pai dele não suportaria receber ele. 


DIRETORA - Tá certo. Eu não compreendo, mas respeito. 



CENA 4 - INT. MANSÃO DE LIS/MAYA / SALA

Maya e Kaique se encaram olhando um para o outro em um mistos de emoções, com raiva e ao mesmo tempo surpresa e felicidade.


MAYA - A gente sempre se deu tão bem. Eu achei que você teria consideração por mim. 


KAÍQUE - Você falou bem. A gente se deu bem. Porque eu não apoio essa sua farsa. Eu jamais iria compactuar com isso que você tá fazendo. 


Maya olha emocionada e ao mesmo decidida para Kaique.


MAYA - Eu não vou parar. Não vou parar, até eu conseguir o que eu quero.


KAÍQUE (chateado) - Você que sabe. Só que eu não vou poder esconder seu segredo. Não vou! 


MAYA - Eu achei que você iria ficar feliz em me ver viva. 


KAÍQUE (chateado) - Você enganou todo mundo, fingiu sua morte. Agora quer que te receba com fogos de felicidade? 


MAYA - Se você não está aqui para me apoiar, então pode ir embora.


KAÍQUE - Eu vou sim. E espero que você repense suas atitudes. 


Kaique vai embora da sala.

Maya chora muito emocionada e chateada com toda a situação.


CENA 5 - INT. RUA DA IGREJA 

Kátia vai andando na rua e entra na igreja, o local está quase vazio, poucas beatas estão presentes nos bancos da instituição religiosa. Ela se dirige até a sacristia, onde o Padre está guardando alguns pertences usados na missa. O padre é um senhor de idade e usa uma bata branca.


PADRE - Bom dia, filha! 


KÁTIA - Oi padre! Bom dia! 


PADRE - Em que posso ajudar?


KÁTIA - Padre, eu quero marcar a data do meu casamento.


PADRE - E o noivo?


KÁTIA - Ele teve que fazer uma viagem de trabalho. 


PADRE - Filha, tem certeza que quer mesmo marcar esse casamento? Eu já vi tantas histórias que noivos fogem com essas conversas de viagem de trabalho.


KÁTIA - Padre, não é o meu caso. Meu noivo me ama e eu confio totalmente nele.


PADRE - Tá certo. Realmente não é todo caso que vai ser assim. Perdoe esse velho. É que esses anos todos de sacerdócio já apareceram muitas histórias aqui.


KÁTIA - Imagino.


PADRE - Mas me fale, você vai querer para quando esse casamento?


KÁTIA - Mais ou menos duas semanas, padre. 


PADRE - Você tá com sorte, eu tenho uma data bem próxima.


KÁTIA (feliz)  - Ah, que bom.


PADRE - Vamos comigo no escritório que eu preciso pegar o livro.


KÁTIA - Claro.


O padre vai saindo para o interior da igreja e Kátia o acompanha.


CENA 6 - INT. MANSÃO DE LIS/MAYA / SALA

Maya (mal humorada) desce lentamente a escada e chega até a sala onde está Darlisson sentado no sofá. Ele levanta e olha sério para Maya.


MAYA - O que você quer?


DARLISSON (chateado) - Você me deve uma explicação, Maya! Ou melhor, Lis.


MAYA - Eu não te devo nada. 


DARLISSON (chateado) - Deve sim. E sabe porque? Eu te falei tudo sobre mim. Eu revelei a você minha história com a Pâmela. Eu sinceramente esperava que você tivesse me falado a verdade.


MAYA - Eu não sabia se podia confiar em você. Aliás, eu ainda não sei.


DARLISSON (chateado) - Eu achei que tivéssemos um acordo. 


MAYA (chateada) - Quer saber tudo? Eu vou te falar! O seu primo Rodolfo me deu um golpe! Ele tentou me matar!


Darlisson fica incrédulo com a revelação de Maya. 


MAYA - É isso que você ouviu!


DARLISSON (impressionado) - Meu primo sempre foi um otário. Mas aí cometer um crime? 


MAYA - Não tá acreditando, não é? É por isso que eu também não revelei.


DARLISSON - É difícil pensar que ele fez isso tudo… Mas como você tá morando aqui, próximo dele?


MAYA - Eu era deficiente visual.


Darlisson fica boquiaberto, diante dos fatos.


MAYA - Eu fiz algumas cirurgias e voltei a enxergar. Também me transformei completamente, por isso ele não me reconhece. 


DARLISSON (surpreso) - Que babado isso tudo. 


MAYA - Eu quero dar o troco naquele desgraçado. 


DARLISSON - O que você vai fazer para isso? Simplesmente matar ele? 


MAYA - Eu vou me casar com ele, tomar toda a fortuna dele e deixá-lo na ruína. 


DARLISSON - E você acha que vai conseguir isso?


Maya olha séria para Darlisson.


MAYA - Eu vou fazer até o impossível! 


CENA 7 - INT. TARDE, MANSÃO DE CASSANDRA, SALA

Cassandra chega em casa, ela não gosta de ver Darlisson deitado no sofá assistindo no celular. 


DARLISSON - Tia Cassandra, onde estava esse tempo todo?


CASSANDRA - Fazendo compras no shopping. O que mais poderia ser? 


DARLISSON - E cadê as compras? 


CASSANDRA - Deixei no carro. Imagina se eu vou trazer sacolas pesadas, sendo que os serviçais existem para isso.


DARLISSON - Tem razão. 


CASSANDRA - Eu sempre tenho razão. Agora você trate de levantar desse sofá e ir preparar suas malas. Não custa lembrar que não é bem vindo nesta casa.


DARLISSON - Tia, eu tenho alguns dias ainda. 


CASSANDRA - O Hermes tem uma coração imenso. 


DARLISSON - O que ele tem de coração grande, você tem de pequeno.


Cassandra fica chateada e vai embora da sala. 

Darlisson senta no sofá chateado.


DARLISSON - Droga, terei que procurar mesmo algum lugar para eu morar. 


Darlisson para um pouco, pensativo. 


DARLISSON - E se eu… não…


Darlisson levanta só sofá feliz com um sorriso no rosto.


DARLISSON - É isso, eu vou desmascarar o Rodolfo para o tio. Só assim eu me livro de ser expulso aqui de casa. 

 

CENA 8 - EXT. MANSÃO DE CASSANDRA/ QUARTO 

Rodolfo está em seu quarto falando ao telefone, ele olha pela varanda do cômodo, enquanto segura o aparelho celular. Samir está do outro lado da linha falando com ele.


RODOLFO - Eu não vou me aproximar dela. Não posso, tenho minha namorada, e ela tá precisando de mim nesse momento.


SAMIR (off) - Você tá fugindo das suas obrigações. Se essa mulher for a Lis podemos estar perdidos. Você já pensou se ela quer se vingar? 


RODOLFO - A Maya não tem nada haver com aquela baranga cega da sua sobrinha. 


SAMIR (off) - Eu não confiaria tanto. 


RODOLFO - Oh Samir, não viaja. Vai curtir a vida, gastar a sua grana.


Rodolfo encerra a ligação. Neste momento, Darlisson chega no quarto, deixando Rodolfo irritado. 


RODOLFO - Tá fazendo o quê aqui? Ainda não foi embora dessa casa, por que? 


DARLISSON - Você se acha vitorioso porque conseguiu me colocar contra o tio Hermes.


RODOLFO - Eu não te coloquei contra ninguém. Você se ferrou sozinho. Quem mandou nascer assim, um fracassado que não sabe segurar uma mulher.


DARLISSON - Você tá querendo me irritar. Eu não vou cair no seu jogo. E vou te dar um pequeno aviso, pode até ser que eu saia dessa casa sim, mas você também vai, ouça bem o que eu tô falando.


Rodolfo sorri sendo sarcástico.

Darlisson vai embora irritado.

Rodolfo muda a expressão, ficando pensativo.


 RODOLFO - O que será ele pode tá tramando contra mim?


CENA 9 - INT. RUA/AVENIDA 

Kaique vai andando na rua, ele espera o sinal fechar para passar. Logo o sinal fecha e ele passa, ele continua andando, até que chega em um estacionamento e reconhece o carro de Anthony. Kaique vai até o carro de Anthony e entra no veículo dele. 


ANTHONY - Eu ia te buscar lá no condomínio.


KAÍQUE (apático) - Não, eu não quis ficar nenhum minuto a mais naquele lugar.


Anthony sai dirigindo o veículo.


ANTHONY - Aconteceu alguma coisa?


 KAÍQUE - Não.


ANTHONY - Você parece estranho.


KAÍQUE - Eu só tô um pouco cansado.


ANTHONY - Você veio fazer o quê mesmo naquele condomínio?


KAÍQUE - Depois eu falo. Agora tô com dor de cabeça.


Kaique deita a cabeça na cabeceira do banco do carro.

Anthony olha desconfiado, mas segue dirigindo.


CENA 10 - INT. FACHADA DA MANSÃO DE CASSANDRA 

Darlisson sai em seu carro da mansão, decidido a contar tudo para Hermes. Ele está com fone de ouvido e grava um áudio no celular.


DARLISSON - Maya, desculpe, mas eu vou ter que falar tudo o que Rodolfo aprontou com você. Eu vou falar pro meu tio, não posso deixar que ele me expulse da mansão. Espero que você me entenda.


Darlisson continua em seu veículo, ele vai em alta velocidade.

 

CENA 11 - INT. MANSÃO DE MAYA/LIS

Maya está sentada no sofá segurando o celular. Ela levanta assustada ao ouvir o áudio de Rodolfo.


MAYA (irritada) - Desgraçado! Maldito seja esse Darlisson! Não acredito que ele vai fazer isso comigo! Não, não, não! 


Maya joga o celular com toda força no chão e neste momento Neiva chega assustada.


NEIVA - O que aconteceu, dona Maya?


MAYA (irritada) - Meus panos! Todos vão por água abaixo! Tudo que fiz, todo sacrifício não vai adiantar nada. Não acredito! 


NEIVA - Eu posso ajudar em alguma coisa?


MAYA - Neiva, você sabe dirigir?


NEIVA - Sim. 


MAYA - Então, me leva a um lugar vai! 


NEIVA - Que lugar?


MAYA - Me ajuda a seguir um homem. Eu preciso impedir ele de fazer uma coisa!


NEIVA - Vamos sim. Mas a senhora não sabe dirigir?


MAYA - Para de perguntar! Vamos. Eu vou pegar um negócio no quarto.


Maya corre rapidamente sobe os degraus da escada. Neiva olha desconfiada.


CENA 12 - INT. CASA DA OFICINA 

Kátia chega em casa e procura Elvira, ao não encontrar a mãe ela acaba sentando em uma cadeira. 


KÁTIA - Onde será que a mãe está?


Kátia olha opções de vestido de noiva através do celular.


KÁTIA (feliz) - Esse site vende modelos lindíssimos. Será que eu pego algo mais moderno ou um modelo clássico? 


Elvira chega desanimada com uma sacola cheia de roupas.


KÁTIA - Mãe, onde você estava?


ELVIRA - Ah, filha… essa vida de sacoleira… 


KÁTIA - As vendas continuam caindo?


ELVIRA - Não continuam caindo. Simplesmente caíram de vez. Não consegui vender nem uma calcinha. Não sei o que deu nesse povo. 


KÁTIA - Que estranho. Estava vendendo tão bem.


ELVIRA - Pois é. Eu tô muito desanimada. Querendo desistir de vez disso.


KÁTIA - Não. Não desiste. 


Elvira lembra que Kátia foi marcar a data do casamento.


ELVIRA - Ah, filha, acabei esquecendo que você foi lá na igreja, marcar o seu casamento.


KÁTIA - Sim, mãe. O padre veio com uma conversa chata que o Anthony deveria ir comigo. Mas acabou que aceitou marcar.


ELVIRA - E para quando?


KÁTIA - Daqui a duas semanas. 


ELVIRA (surpresa) - Mas já, filha?


KÁTIA - Sim, o Anthony pediu para eu escolher uma data próxima.


ELVIRA - Ele está apaixonado mesmo por você.


KÁTIA - Sim, mãe.


ELVIRA (entusiasmada) - Temos que escolher o seu vestido de noiva. 


CENA 13 - INT. CASA DE GRACINHA E CÍCERO/ QUARTO 

Gracinha está falando ao telefone com uma amiga do bairro. 


GRACINHA - Sim, é o que eu te falei. As roupas são de péssima qualidade. 


Gracinha ouve a amiga do outro lado da linha e balança a cabeça sorrindo.


GRACINHA - Eu comprei algumas e tinha peça até descosturando. Eu fosse você avisava as outras amigas do bairro porque ninguém pode continuar comprando essas roupas velhas.


Gracinha desliga a ligação, feliz ela joga o celular na cama.


GRACINHA - Eu quero ver como ela vai pagar o aluguel, agora. 


 CENA 14 - INT. TRÂNSITO 

Darlisson vai em alta velocidade no seu veículo. Ele ultrapassa alguns carros e segue decidido a falar o segredo de Maya para Hermes.


CENA 15 - INT. TRÂNSITO 

Neiva vai dirigindo o veículo de Maya, que está sentada no banco do lado. Maya está aflita e ansiosa para alcançar Darlisson e impedir que ele conte seu segredo.


MAYA - Acelera, Neiva. 


NEIVA - Eu tô fazendo o que posso. 


MAYA - Precisamos chegar rápido na empresa dos Dhemerson. 


Neiva freia bruscamente e Maya se assusta.


NEIVA - É para esse lugar que a gente vai?


MAYA - Sim. 


NEIVA - Eu não vou entrar. Vou ficar no carro.


MAYA - Tá. Você não precisa entrar.


Neste momento as duas presenciam um acidente, dois veículos estão parados, ambos amassados.


NEIVA - Um acidente ali. Será que tem mortos? 


MAYA - Pega o desvio, vai! Não para! Não podemos atrasar.


O veículo com Maya passa e a cena foca no acidente. Anthony sai do veículo e ele está sangrando na testa, enquanto Kaíque está desacordado no banco do passageiro.

Os paramédicos retiram Kaique, ainda desacordado, eles o levam na maca.

Anthony acompanha os paramédicos com a mão na testa onde está sangrando. 


CENA 16 - INT. MANSÃO DE CASSANDRA/ PISCINA 

Pâmela conversa com Dafne, as duas estão de biquíni na piscina.


DAFNE - Você tá bem, Pâmela?


PÂMELA - Sim. Eu voltei a tomar meu remédio. 


DAFNE - Se cuida. Tratamento é importante.


PÂMELA - Falar assim é fácil, mas não é você que toma remédio controlado.


DAFNE - Vou buscar o meu protetor solar que esqueci.


Dafne sai da piscina. O celular de Pamela toca e ela atende.


PÂMELA - Conseguiu o dinheiro que eu pedi? Não mãe, não acredito. Você sabe que eu preciso continuar me vestindo a altura do meu noivo. Eu sei que a situação tá muito ruim, mas eu preciso de dinheiro.


Cassandra escuta a conversa de Pâmela logo atrás e fica surpresa.


CENA 17 - INT. HOSPITAL 

Kaique dá entrada no hospital,ele continua desacordado na maca, sendo levado pelos paramédicos. 

Anthony acompanha a maca de Kaíque e é atendido por um enfermeiro, que observa seu ferimento e o direciona para a enfermaria.


CENA 18 - INT. CONSTRUTORA DHEMERSON / SALA

Darlisson adentra na empresa passando pela recepção, onde a recepcionista tenta impedi-lo sem sucesso. Darlisson continua andando até chegar na sala de Hermes, que se surpreende ao vê o sobrinho invadindo sua sala.


HERMES (surpreso) - O que é isso, Darlisson? Que forma é essa de entrar na minha sala? 


DARLISSON - Tio, eu preciso te falar uma coisa.


HERMES - O que é?


DARLISSON - É uma coisa muito grave sobre o Rodolfo.


HERMES - O que o Rodolfo aprontou dessa vez? 


DARLISSON - Eu vou falar.


Hermes olha ansioso para Darlisson, esperando ele falar. 

Darlisson está aflito, se preparando para revelar os crimes de Rodolfo.


A cena termina com Hermes olhando para Darlisson.






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