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Uma Estrela Caiu do Céu Capítulo 19

NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS

Edição
Restante do capítulo 30 original + todo capítulo 31, 32 e 33 original (com cortes excessivos)

CENA 01 / HOSPITAL  DR. ALBERT EINSTEIN / QUARTO 680 B / INTERIOR / NOITE 
Atenção Edição: Continuação da cena anterior.
Valentina, com sequelas do acidente. Regina, assustada, questiona.
REGINA — Mas o quê significa isso Doutor? Minha filha não está mais me reconhecendo?
DOUTOR JUSCELINO — Sinto muito lhe informar Dona Regina, mas preciso que você seja forte... O caso da Valentina é complexo, o acidente causou um traumatismo craniano, pelo que vi no exame de tomografia realizado no hospital. E ela ficou com amnésia , sendo assim, a sequela. 
Regina, começa a chorar.
REGINA — Nunca pensei que fosse acontecer isso com minha filha doutor.
DOUTOR JUSCELINO — Sinto muito, mas ela passará alguns dias aqui no hospital. O traumatismo precisa ser tratado para que evite a formação de coágulos no cérebro... Os enfermeiros estarão acordados 24h e passarão para dar o remédio, a Heparina e o Naproxeno... 
REGINA — Tá, obrigada doutor.
O doutor Juscelino entrega a receita médica.
REGINA — Obrigada... Muito Obrigada mesmo doutor.
O doutor Juscelino e o enfermeiro vão embora.
Enquanto isso, desce lágrimas pelo olho de Regina que fica no quarto com a filha e conversa com ela.
REGINA — Eu sou a sua mãe Valentina... Regina, lembra de mim?
Valentina com amnésia global transitória, repete a mesma pergunta, não se lembra da respostas que acabou de ser dada:
VALENTINA — Quem é você? Onde estou?
Regina, suspira, cansada.
REGINA — Eu sou sua mãe Valentina, Dona Regina...
Valentina, confusa.
CORTA RÁPIDO PARA:

CENA 02 / CASA DE ELISINHA / SALA / INTERIOR / NOITE
Na sala, Elisinha olha algumas fotos antigas no porta-retrato e se lembra da filha. Ela lamenta tanta saudade, e ao mesmo tempo, começa a descer lágrimas pelo olho da mulher.
ELISINHA — Ah, minha filha... Onde está você agora? Volte para mim, pelo amor de Deus, eu não posso viver sem você... Eu preferia morrer, do que viver sem você... Mas nós não podemos ficar afastadas.. Você é a minha princesinha, que eu criei desde quando pequena.
Elisinha, chora e logo tem uma ideia. Moacir observa tudo.
Elisinha, com olheiras, de pijama. Depressiva, pelo desaparecimento de Mariana, toma uma atitude arriscada. Ela vai até  a cozinha, abre o armário e pega uma caixa de remédios.
ELISINHA — Já que você nunca vai voltar para mim, eu me mato! Não aguento sofrer.
Elisinha, tira a tampa do pote de remédio. Há 20 comprimidos... Ela ingere oito na boca, e quando vai colocar o resto, desmaia. Os comprimidos caem no chão.

Em seguida, Moacir chega na cozinha e desesperado corre para socorrê-la.
MOACIR — Ai, ai! Meu deus do céu, Elisinha... Acorda mulher, volta para mim, Elisinha.
Moacir tenta fazer para que Elisinha tem uma reação e não consegue. Desesperado, ele grita:
MOACIR — Natália! Natália. Pelo amor de Deus, venha aqui me ajudar menina!
Natália, preocupada, chega na cozinha e se depara com a mãe caída no chão.
NATÁLIA — O que aconteceu com a mãe?
MOACIR — Ela desmaiou aqui... Ligue para a ambulância, rápido..
Natália pega o telefone e liga para a ambulância.
Depois de algum tempo....
A ambulância chega e recolhe o corpo de Elisinha.
AMBULANTE 1 — Vamos, a paciente precisa ser levada para o hospital rápido!!!
Em seguida, Natália vê os comprimidos que não havia sido notado por Moacir.
NATÁLIA — Pai, o desmaio da mamãe foi proposital, veja essa caixa de comprimidos...
Natália entrega o pote de comprimidos para Moacir, que analisa, e se assusta ao concluir sua hipótese:
MOACIR — Gente, isso aqui é tranquilizante.. A sua mãe é alérgica a esse tipo de remédio, ela não pode... Ela tem inchaço. Ela tentou se matar.
NATÁLIA — E o motivo disso seria?
Natália e Moacir concluem.
NATÁLIA E MOACIR — A Mariana!!
MOACIR — Mas de qualquer forma, não vamos gastar conversa... Precisamos ir para o hospital.

CORTA RÁPIDO PARA:

CENA 03 / FLAT DA MÁFIA / INTERIOR / NOITE
Apolo pega em Camila e sacode-a. Ele dá sete tapas na cara dela. Serena, ao ver a cena o repreende.
SERENA — Não mexe com a minha irmã! Toma aqui uma para você!
Serena dá um tapa forte na cara de Apolo... Camila, surpreendida com a atitude da irmã, questiona:
CAMILA — Serena?
APOLO — (dá uma gargalhada) E mais um tapa e eu mato vocês! Entenderam? Acabo com a família de vocês e nunca mais vão sair daqui! Como ousam me enfrentar?
SERENA — Ah, é? E se eu conseguir fugir daqui, hein?
APOLO —  Você nunca fugirá daqui queridinha... O flat, é monitorado 24 horas... Só se for um milagre mesmo. Ninguém nunca saiu daqui! Será você quem vai sair?
SERENA — Duvida da minha capacidade? Eu sou mais esperta que você. 
CAMILA —  Mulheres são mais fortes...
APOLO — Chega, eu não quero ouvir mais essa falação na minha cabeça... Agora vão fazer o que lhe interessam! E durmam cedo, pois amanhã tem mais trabalho.
CORTA RÁPIDO PARA: 

CENA 04 / FLAT DA MÁFIA / QUARTO 03 / INTERIOR / NOITE 
Serena, Camila e Mariana observam o quarto em que estão, olham para todos os lados, tentando descobrir uma saída.
SERENA — Gente, não é possível... Tem que haver uma saída, uma passagem secreta, seja lá o que for.
CAMILA — Isso é impossível... É obvio que eles não iriam nos colocar num flat que tivesse uma passagem secreta.
MARIANA — Será?
SERENA — Se o Silvério estivesse aqui ajudaria a gente...
MARIANA — Silvério? Aquele homem? Nunca! Ele trabalha para a máfia, tá ficando doida Serena?
CAMILA — Serena, cala a boca! Não era para contar.
SERENA — Agora já contei e tenho que terminar... O Silvério é um policial que está infiltrado na máfia para nos salvar.
Do lado de fora, Apolo que acabara de ouvir com o copo, tem um ataque. Ele se surpreende e diz:
APOLO — Silvério? Não é possível! Vou ligar para a chefinha agora.
CORTA RÁPIDO PARA:

CENA 05 / FLAT DA MÁFIA / SALA / INTERIOR / NOITE
Apolo pega o celular e liga para a chefe da máfia.
APOLO — Alô chefinha... Sim, sou eu sim.... Apolo. Isso minha filha... Descobri uma coisa que é de seu interesse! E precisamos nos vingar logo deste infeliz. Silvério é infiltrado da polícia... É isso que acabou de ouvir. Amanhã temos que dar um basta nesse rapaz!! 
Apolo dispara e jogar o celular na cadeira.
CORTA RÁPIDO PARA:


CENA 07 / DELEGACIA DE POLÍCIA / INTERIOR / DIA
Silvério e o delegado conversam com Lucas.
LUCAS — E aí, acharam alguma pista?
SILVÉRIO 
— Como eu disse, vamos iniciar as investigações hoje.
DELEGADO — Nosso reforço ficará monitorando o galpão da máfia dia e noite, 24h.
LUCAS — E eu, posso ir?
DELEGADO — A sua presença é muito importante.. Vamos ao trabalho!
O delegado, Lucas e Silvério saem da delegacia.
CORTA RÁPIDO PARA:

CENA 08 / GALPÃO 406 / INTERIOR / DIA
Silvério, chega no galpão, acende as luzes... E não vê ninguém... Ele estranha... Logo, a chefe aparece em suas costas apontando a arma.
CHEFIA — Parado aí Silvério... 
SILVÉRIO — Chefinha, o que eu fiz?
CHEFIA — Eu sei que você é infiltrado da polícia... Foi uma decisão muito arriscada de se envolver com nós... Eu até admiro, sabe? (dá uma gargalhada) Fim da linha para você, queridinho! Agora vai morrer.
A chefe segura o gatilho da arma.
Silvério, questiona o fato.
SILVÉRIO — Chefinha, mas o que houve? O que eu fiz?
CHEFIA — E ainda pergunta? Não finja de bobo não, eu sei de tudo.
Silvério, logo, confessa.
SILVÉRIO — Tá, eu confesso.
CHEFIA — (ordena) Mostre o distintivo!
Silvério mostra o distintivo para a chefe que lê.
CHEFIA  Eu sabia! Policial federal, né? Interessante! Há anos que esses idiotas tentam capturar a gente, mas não conseguem... Eu pensei que você não fosse trair a máfia, mas infelizmente eu não pude confiar em você. Não é mesmo? (dá uma gargalhada).
Silvério teme.
CHEFIA — Agora não tem mais chance! Vai morrer!
Silvério, pede:
SILVÉRIO — Pelo amor de Deus, não me mate chefinha! Eu juro que não mexo mais com a máfia.
IVETE  Quê que você está esperando chefia? Acaba com a vida desse infeliz!
WANDA  Nós somos burros de ter sido enganados por esse policial aí de bosta!
Nesse momento, Apolo se aproxima de Silvério e diz:
APOLO  Eu nunca pensei que você seria capaz de nos enganar. Inútil!
A chefinha a segurar o gatilho da arma. Silvério, com medo, faz uma oração.
SILVÉRIO — Ah minha Nossa Senhora! Venha alguém me resgatar, por favor, eu não mereço passar por isso.
Nesse momento, o grupo de policiais chega.
DELEGADO — Policial Federal!! Vamos, vamos, coloquem as algemas. Fim da linha para vocês!
Os policiais e o delegado a apontar a arma.
Apolo e Wanda ao verem, a polícia grita:
APOLO E WANDA — Fujam! Corram!
A chefinha solta à arma no chão e Silvério se junta ao grupo dos policiais.
Wanda e Silvério saem do galpão, correndo.
DELEGADO  (ordena) Vamos, atrás deles!!
Os demais policiais vão atrás.
Ivete e os demais tentam sair, mas são impedidos pelos policiais que algema-os. Um policial aparece na frente da chefe e ela o dá um soco. Ela tenta fugir pela porta do galpão, mas Silvério coloca a surpreende por trás, e a algema.
SILVÉRIO  Agora vamos ver quem é idiota aqui! (dá uma gargalhada).
CHEFE  Eu juro que quando eu sair da cadeia te mato!
CORTA RÁPIDO PARA:

CENA 09 / FRENTE DO GALPÃO 406 / INTERIOR / DIA
Atenção Edição: continuação da cena 01.
Wanda e Apolo correm para o carro. Os demais policiais colocam os criminosos no carro, algemados.
WANDA  (ordena) Vamos, para o carro!
Sem que ninguém veja, eles entram no carro. O delegado olha para a direita e grita:
DELEGADO 
 Atrás deles! Vamos, eles estão fugindo!! Eles vão nos levar no lugar em que as meninas estão.
Os demais policias entram no carro e seguem Wanda e Apolo. No galpão, há um matagal, estrada cheia de árvores.
CORTA PARA:


CENA 10 / TRILHA / MATAGAL / INTERIOR / DIA
Apolo dirige em alta velocidade. A polícia liga a sirene e os segue. Apolo, ao olhar para trás, e ver a polícia, grita:
APOLO  (agressivo) Droga! Nós nunca vamos sair daqui! Vou ligar para o Getúlio.
Apolo liga para Getúlio...
APOLO  Alô... Getúlio me busca aqui... Traga reforço!! Fim da linha... E leve as meninas para a balada, é mais seguro.. Me busque aqui, é... Isso, na trilha do galpão!
Apolo joga o celular no carro.
WANDA  Apolo, meu filho, acelera pelo amor de Deus!
APOLO  Já sei o que vou fazer!
Apolo pega a arma, abre o vidro, e atira no carro da polícia. A polícia também atira.
No primeiro carro, o delegado grita:
DELEGADO — Vamos! Mais rápido! Só faltam eles para capturarmos, acelerem!!
A polícia dirige em alta velocidade e tenta ultrapassar Apolo, mas a estrada é curta.
No carro em que Wanda e Apolo estão, os vilões gritam:
WANDA  — Inferno de polícia! Eles não desistem mesmo, né?
APOLO — Põe inferno nisso!
Apolo, agressivo, aumenta a velocidade. Os carros da polícia também.
Quando há uma curva, na estrada, Apolo freia o carro e a polícia os cerca.
APOLO — (agressivo) Droga! Acabou!
A polícia desce do carro e o delegado algema Wanda...
DELEGADO — Espertinhos, né? (ri)
Quando, neste momento, ele se prepara para algemar, Apolo, Getúlio chega com o carro e Apolo entra... Getúlio tenta atirar nos policiais... Logo, os dois dirigem em alta velocidade e conseguem sair daquele tumulto.
DELEGADO — Desisto! Policiais, vamos para a delegacia! É impossível alcançá-los... Ah, estou cansado.
O delegado coloca Wanda no carro e os policiais seguem rumo à delegacia, voltando na direção contrária da estrada.
CORTA RÁPIDO PARA:

CENA 11 / BALADA / INTERIOR / DIA
Apolo, Getúlio chegam com as meninas na balada. 


SERENA — Ai tá machucando!
APOLO  Quietas! Calem a boca. A polícia nunca nos vai descobrir aqui.
CAMILA  Você tem certeza mesmo? Seu burro! Eles já sabem de tudo.
APOLO  Eu pedi a sua opinião? Não! Então fique calada.
GETÚLIO   Não seria melhor se levássemos elas para a Mansão da Máfia?
APOLO — Talvez você esteja certo.. Fique aí. Já sei o que vou fazer.
Há um faxineiro que limpa a balada... Apolo se aproxima dele e diz:
APOLO  Ei, você! Se a polícia aparecer aqui, bico calado ouviu? Ou responderá com a própria vinda? Entendeu?
O faxineiro teme.
FAXINEIRO  Sim. E quanto eu recebo?
APOLO  Essa gente é sacana hein... Quer receber ainda? Acha que eu sou banco, querido? (dá o dinheiro para ele) Toma aqui!
Apolo vai embora.
APOLO  Vamos.
Apolo e Getúlio saem empurrando as garotas.
CORTA RÁPIDO PARA:

CENA 12 / HOSPITAL DR. ALBERT EINSTEIN / QUARTO 600 A / INTERIOR / DIA
Elisinha, consciente, na cama do hospital. Moacir conversa com ela.
MOACIR  Tu foi muito corajosa né mulher? Imagina se morresse?
ELISINHA  Moacir, eu não aguento mais.... Eu devia ter morrido.. Porque Deus não me levou logo?
NATÁLIA  Mãe, não diga uma coisa dessas, você ainda deu sorte... Se você tivesse morrido, seria pior para o seu espírito! Você sabe disso.
ELISINHA  Como que eu posso viver sem a Mariana? Como? Me digam! A minha bebê que eu criei desde pequena.... Ah, Moacir, me fale e o delegado? Deu notícias? Anda, Moacir. Desembucha homem.
MOACIR  Infelizmente, não. Hoje eu vou passar na delegacia.
Em seguida, o médico entra no quarto. 
DR. JAIRO  Bom dia! Cara de sapeca, né Dona Elisinha? A senhora deu sorte! Sobreviveu! Eu vim comunicar, que você já está liberada... Mas se fazer alguma coisa de errada, olha lá hein?
ELISINHA  Tá bom Doutor. Muito Obrigada.
DR. JAIRO — Boa sorte para vocês!
CORTA RÁPIDO PARA:

CENA 13 / RIO DE JANEIRO / FRENTE DA MANSÃO / INTERIOR / DIA
Dois carros pretos, de vidros escuros, chegam até uma mansão deslumbrante e param na garagem... Deles saem, as prisoneiras da máfia e os chefes.
CORTA RÁPIDO PARA:

CENA 14 / MANSÃO MEDEIROS / INTERIOR / DIA
Na mansão Medeiros, Mág e Duende chegam com Aninha.
MAGNÓLIA — Ah, Graças a Deus! Estamos de volta!
DUENDE — Tudo se resolveu, agora teremos um pouco de paz nesta mansão! Os tempos voltaram a ser como antes.
MAGNÓLIA — Não vejo a hora de tomar um banho, na minha banheira... Semana que vem vou para um SPA... E eu tenho uma novidade para te contar..
DUENDE — Sobre o que é Mág?
MAGNÓLIA — Sabe quando eu falei que meu namorado me havia ajudado a fugir do túmulo? Então, ele voltou!
DUENDE — Voltou? Mas como assim?
MAGNÓLIA — Ele tinha ido passar uma temporada nos Estados Unidos... Duende, eu te agradeço por tudo que fez por mim! Mas em breve sairei dessa casa e irei morar com ele no exterior.
Duende parabeniza Mág.
DUENDE — Olha, parabéns! Dona Mág está chique!
MAGNÓLIA — E você Duende, o que pretende fazer? 
DUENDE — Cuidar dessa pequenina aqui (dá um beijo em Aninha). Por enquanto não quero namorar, fazer nada Mág. 
MAGNÓLIA — Bom a decisão é sua. Eu vou subir as escadas e já vou começar a arrumar minha mala para o SPA... A semana já está acabando e eu preciso me adiantar. Boa tarde!
DUENDE — Vai lá, Dona Mág. Eu fico cuidando da Aninha.
Mág sobe as escadas e Duende cuida de Aninha. Ele diz a ela:
DUENDE 
— Hum... Que mau cheiro! Preciso trocar tua fralda.
CORTA RÁPIDO PARA:


CENA 15 / DELEGACIA / SALA DELEGADO / INTERIOR / DIA
Lucas, o delegado e Ariovaldo reunidos.
DELEGADO — Pronto! Já comuniquei a outra polícia para ficar vigiando a balada. Vamos começar?
ARIOVALDO — O que mais me interessa é encontrar minhas filhas!
LUCAS — E minha Serena! Ah, ela vai ficar tão feliz de te ver.
ARIOVALDO — Eu digo o mesmo Lucas. Gostei de te conhecer.
LUCAS — Também.
DELEGADO — Olha, vamos parar de ficar jogando conversa fora e invadir aquela balada!
CORTA RÁPIDO PARA:

CENA 16 / BALADA / INTERIOR / DIA
Luzes desligadas. O faxineiro limpa tranquilamente, sem ninguém. Há só ele inserido ali no local... Em seguida, Silvério chuta a porta e a polícia entra de armas na mão.
DELEGADO — Polícia Federal! Mãos ao alto! Diga onde está o seu chefe.
O faxineiro, com medo.
FAXINEIRO — Eu não fiz nada delegado, por favor, não me mate.
O delegado perde a paciência.
DELEGADO — Onde está o seu chefe? Diga logo, ou será levado pela polícia!

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