Capítulo
18
No
capítulo anterior.
Lorival
então começa a tirar a roupa de Francisco na frente de Sula (uma
mulher de idade) e Priscila.
Lorival
(sujo igual ao porco, fedendo a cachaça): Agora você vai dar pra
mim, seu frutinha de merda e vocês duas vão assistir tudinho, eu
adoro uma plateia. (Risos)
Fique
agora com o capítulo de hoje.
Cena
1: Cabana abandonada; Estrada; Manhã.
De
repente quando Lorival iria começar a penetração forçada em
Maurício, ele escuta um barulho lá fora e no telhado, achando
aquilo muito estranho, então corre lá armado para ver.
Lorival
(bravo e como peito empinado pra frente): QUEM ESTÁ AI? MOSTRE SEU
ROSTO PORRA! QUEM TÁ AÍ?
Enquanto
isso Francisco, veste sua roupa e ofegante, quebra o vidro da janela
com uma barra de ferro e foge, mas de lá de fora Lorival escuta.
{Clima
de tensão}
Francisco
foge para o meio da mata e Lorival vai atrás com a arma na mão.
Lorival
(debochado e parecendo um animal farejador): Veadinho! Oh veadinho eu
vou te pegar! (Risos)
Francisco
tremendo atrás de uma árvore e Lorival olhando árvore por árvore
e arbusto por arbusto. Caçando em todos os lugares. Só faltava uma
árvore aquela que Francisco estava escondido.
Lorival
(contente e um semblante de sádico): Eu já sei que está aí! Vem
para o colinho do titio! Vem!
Quando
Lorival vai para atacar a última árvore, surge um cachorro do mato,
babando e sedento por carne. Lorival começa a correr do cachorro e
entra dentro da cabana, fecha a porta e ofegante e branco como uma
vela.
Cena
2: Hospital; Quarto; Tarde.
Hanna
e sua Vó Fátima combinam com o médico, para que ele diga a Gustavo
que Hanna perdeu o bebê. Elas oferecem uma boa quantia e o médico
aceita.
Fátima
(sendo prática): Está aqui o cheque, pode descontar amanhã mesmo e
você já sabe o que fazer.
Médico
Adonai: Sim! Sei o que fazer. São os dois que estão na sala de
espera.
Hanna
(nervosa e debochada): Sim! O homem lindo e a vassoura de piaçava
albina. Adonai tem como você me liberar hoje, eu preciso fazer um
servicinho, mas não gostaria que o Gustavo soubesse.
Adonai
(boa vontade): Sim! Claro! Te libero hoje e falo que você vai passar
mais um dia aqui para o casal que está lá fora, vocês saem pelos
fundos.
Hanna
e sua vó saem pelos fundo e Hanna pede sua vó que a leve ao ferro
velho. O médico avisa a Gustavo que Hanna não quer visita e que ela
perdeu o bebê. Gustavo sai desolado, com o olhar consternado e com
uma angústia no peito.
Cena
3: Empresa, sala de Maurício, Tarde.
Maurício
fala no seu celular com um de seus amigos da Polícia Federal.
Maurício
(contente, sorridente e satisfeito): Oh meu amigo tudo bem? E aí
quando aquela operação será realizada?
Policial:
Ainda essa semana, já estamos investigando ele há tempos.
Maurício
(sedento e nervoso): Eu quero ele preso! A cadeia é o lugar dele.
Policial:
Estamos saindo daqui para prendê-lo. Fique tranquilo ele não sabe
de nada, então não vai fugir.
Maurício
(Satisfeito e muito feliz): Eu que agradeço, ele não vai escapar.
(Risos)
Maurício
pensa ao som de um instrumental bem leve.
Maurício:
Com o dossiê que entreguei, mais as investigações e as gravações
ele não vai ter como fugir. Sua hora está chegando seu idiota!
Cena
4: Ferro Velho; interior; Tarde.
Tito:
Dona Fátima, veio para relembrar os velhos tempos, coroa gostosa e
safada.
Fátima
(deboche e irônica): Sim depois, mas antes, minha neta veio ver
aquele Opala preto ali. Ele corre? Funciona?
Tito
então chama Duda que está todo suado, de macacão e com aquele
corpo sarado, Fátima então arregala os olhos.
Fátima
(passando a mão no abdômen dele): Nossa que delícia! Vamos
conversar depois! (No ouvido de Duda) Pago bem!
Hanna
(irritada): VÓ! Viemos resolver o meu problema ou suas fantasias
sexuais?
Tito:
Duda o Opala preto está funcionando direitinho?
Duda
(franze a testa): Ele funciona muito bem mais está sem placa!
Hanna
(satisfeita e contente): Melhor ainda vou levá-lo! Você paga vovó!
Eu tenho que ir, você fica vó?
Fátima
(já abraçada com Tito e Duda): Claro vou me divertir um pouco.
Hanna
então acelera o opala e vai para sua missão.
Fátima
(voluptuosa e tarada): O que acha de fazermos um Ménage à Trois?
Duda
e Tito perguntam juntos. Fazer o que?
Fátima
(sussurra): Gente pobre só serve pra transar mesmo. (Fátima fala em
tom normal) Um sexo a três? Mas sem beijo na boca! Vocês serão
recompensados.
Eles
concordam, vão para uma salinha e começam a possuir Fátima, uma
coloca seu pênis na vagina a chamando de puta, enquanto o outro
coloca seu pênis na garganta de Fátima. Fátima por sua vez geme e
os chamam de gostosos.
Cena
5: Praça; Calçada; Tarde.
Gustavo
discutindo com Morgana sobre terminar o namoro, pois ele acha que
Morgana é a responsável por Hanna ter perdido seu filho.
Morgana
(triste e insatisfeita com a situação): Gustavo não tive culpa,
foi um acidente.
Gustavo
(desolado, meio perdido nos seus sentimentos): Mesmo assim, não
posso ficar com a mulher que matou meu filho.
De
uma forma repentina, aparece um Opala preto com dois homens de toca
ninja e coloca Morgana dentro do carro. Gustavo fica em choque e sem
saber o que fazer, depois de alguns minutos liga para polícia,
avisando do sequestro e o Delegado Otávio diz que tomará sua
providências.
Cena
6: Frente da Mansão de Maurício; Rua; Tarde.
Natália
e Yasmin conversam, andando na rua tranquilamente quando passam por
um Opala preto parado.
Natália
(com cara de espanto): Estranho esse carro nunca teve aqui! E ainda
não dá pra ver nada dentro dele.
Yasmin
(passa a mão no braços e respira fundo): Quando olhei esse carro me
deu um calafrio. Vamos apressar o passo?
Natália:
Vamos!
Hanna
está dentro do carro, olhando fixamente para as duas, que estão de
costa e andando em direção ao centro. Hanna liga o som do carro e
ao som de Britney Spears – Womanizer, acelera muito e joga o carro
em cima das duas.
Natália
(apavorada): O CARRO VINDO YASMIN CUI...!
Yasmin:
AHHHHHHHHH!
O
choque e a batida são tão fortes que amassa o carro na parte
dianteira, mas Hanna consegue fugir. Natália e Yasmin caem no chão,
desmaiam e começa a juntar gente. Um dos cara perto coloca o dedo no
nariz de Natália e Yasmin, e também coloca a mão no pulso e não
sente de uma das duas.
Rapaz
(triste): Aquela ali já era e a outra se não correr rápido para o
hospital vai morrer também.
Hanna
dirigindo seu carro e escutando Womanizer.
Hanna
(gargalhadas altas): Eu falei que vocês iam me pagar. (Dançando e
balançando a cabeça).
Cena
7: Empresa Petra; Sala de Maurício; Tarde.
Chega
um vídeo no celular de Maurício com uma gravação.
Maurício
(curioso): O que é isso? Um vídeo? Estranho! Vou ver o que é.
Morgana
está sentada em uma cadeira, em um cativeiro com um cesto tampado
colocado próximo aos seus pés, o homem de capuz tira a tampa do
cesto e uma cobra põe a cabeça pra fora do cesto.
Morgana
(desesperada, chorando e aflita): PAI! PAI! ME TIRA DAQUI! SOCORRO
PAI, NÃO! SAI PRA LÁ!
Isso
tudo Maurício vendo pelo seu celular sem poder fazer nada.
Maurício
(desesperado): NÃOOOOOOOOOOOOOOOOO !!!!
Cena
8: Delegacia; Sala do Delegado; Tarde.
Otávio
(sendo cuidadoso): Desculpa te fazer esperar desde de manhã Salira!
A delegacia não parou até agora.
Salira
(com a mãos suando, nervosa): Foi até melhor, mas vamos ao que
interessa quem é o mandante do assalto ao meu motel?
Otávio
se dirigi a um policial e pede para trazer o mandante do assalto.
Otávio
(com muita calma): Está aí Salira o mandante do assalto ao seu
motel, está bem atrás de você.
Júlio
Cesar algemado de cabeça baixa e fedendo tanto que impregnava a sala
do delegado toda, com aquele odor horroroso de mendigo. Salira em
câmera lenta olha pra trás.
Salira
(desesperada, branca igual uma vela): JÚLIO CESAR, MEU FILHO! NÃO
PODE SER!
Júlio
Cesar então olha chorando para mãe sem conseguir dizer uma palavra
se quer.


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