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FAÇA A SUA SORTE. ESTREIA

 



CENA 01­­­­­. RIO DE JANEIRO. PLANO GERAL . MANHÃ

O sol desponta no horizonte, iluminando a vastidão da cidade do Rio de Janeiro. O céu apresenta tons quentes e suaves, refletindo nos arranhões e nas fachadas dos edifícios. A cidade ainda está adornada, mas o horizonte promete um novo dia cheio de atividades.

O plano geral destaca a movimentação no centro da cidade. Trabalhadores apressados ​​caminhavam pelas calçadas, enquanto os carros congestionavam as ruas, criando um cenário típico da vida urbana. O tráfego é intenso, refletindo a característica do Rio de Janeiro.


SONOPLASTIA ON : " A História de Lilly Braun - Maria Gadú"


CENA 02. BANCO. EXT. MANHÃ

A câmera focaliza a entrada elegante do banco, onde clientes circulam, inconscientes do que está prestes a acontecer. Romina ( PAOLLA OLIVEIRA), vestida com elegância e confiança, adentra o local com um sorriso sutil e um olhar perspicaz. Seus passos são calculados, e sua presença passa despercebida entre os corredores movimentados.


CENA 03. BANCO. GERÊNCIA. INT. MANHÃ

Romina está sentada diante do gerente, Sr. Oliveira, um homem de meia-idade com uma expressão confiante, porém simpática. Romina o envolve com seu charme enquanto desdobra um plano meticulosamente elaborado.


Romina - (sorrindo) Sr. Oliveira, é um prazer conhecê-lo. Ouvi dizer que este é o melhor banco da cidade.

Sr. Oliveira -  (orgulhoso) Sim, de fato somos referência em segurança e confiança. Como posso ajudá-la hoje?

Romina -  (olhar cativante) Tenho uma quantia considerável de dinheiro que preciso investir de maneira discreta, longe de olhares curiosos.


O gerente, intrigado, começa a explicar as opções disponíveis enquanto Romina observa atentamente. De repente, ela redireciona a conversa para um terreno mais pessoal.


Romina - (com uma expressão mais séria) Sr. Oliveira, posso confiar plenamente em sua discrição? Tenho tido problemas com pessoas indesejadas em minha vida.

Sr. Oliveira - (confiante) Pode ficar tranquila. Aqui, prezamos pela privacidade e segurança de nossos clientes.


A cena continua com Romina manipulando habilmente o gerente, criando uma aura de confiança e urgência. Enquanto ele se concentra em satisfazer as necessidades dela, Romina prepara o terreno para o golpe, um intricado jogo de persuasão e astúcia que, ao final, deixará o banco perplexo e ela, mais uma vez, com um golpe perfeito aplicado.


CENA 04. PORTA DO BANCO. EXT . MANHÃ

Romina emerge do banco com um sorriso vitorioso, mantendo a postura elegante e segura. Seus passos são firmes, e ela segura discretamente um envelope. Ao fundo, a agitação da rua contrasta com a calma momentânea da saída do banco.


A trilha sonora sutil intensifica a sensação de triunfo enquanto Romina, disfarçadamente, ajusta os óculos de sol, escondendo seus olhos astutos.


Corte para


Calçada Movimentada. Romina caminha pela calçada com uma confiança ainda maior, ignorando as distrações ao seu redor.


SONOPLASTIA OFF


CENA 05. APARTAMENTO DE MAX. ESCRITÓRIO. MANHÃ

A cena inicia com um plano amplo do escritório de Max (RODRIGO LOMBARDI) , decorado com tons escuros e móveis imponentes. A iluminação sutil realça a atmosfera soturna, enquanto a fumaça de charutos dança pelo ar. Max, vestido elegantemente, está sentado atrás de uma mesa de mogno, contemplativo.


Max segura um copo de whisky, girando-o lentamente entre os dedos, enquanto olha fixamente para o líquido âmbar. Seu rosto revela uma mistura de ambição, descontentamento e astúcia. A trilha sonora sombria ecoa no fundo.


Max - (falando consigo mesmo, em tom pensativo) A cidade é um tabuleiro de xadrez, e cada movimento precisa ser calculado com precisão. A ganância é a força motriz, e a ambição, meu combustível.


Ele toma um gole de whisky, sentindo o calor descendo pela garganta, mas seus olhos permanecem focados em algum ponto distante. A expressão dele sugere que há planos complexos e maquinações sinistras em andamento.


Max - (com um sorriso sinistro) Romina, minha pérola astuta. Sempre um passo à frente, mas nunca longe o suficiente.


Max continua a falar consigo mesmo, revelando pensamentos profundos e, ao mesmo tempo, perturbadores. O clima sombrio do escritório contrasta com sua determinação, criando uma aura de mistério em torno do personagem.


CENA 06. CONSULTÓRIO MÉDICO. INT. MANHÃ

A sala de espera do consultório é decorada com tons suaves e aconchegantes. Paty Lisboa (ZEZE MOTTA) , uma milionária de aparência impecável, aguarda nervosamente, folheando uma revista, enquanto a ansiedade paira no ar. A secretária sorri cordialmente ao chamá-la.


Secretária - (sorrindo) A Dra. Santos a receberá agora, Sra. Lisboa.


Paty se levanta e entra no consultório médico, onde é recebida por um ambiente silencioso e cheio de serenidade. A Dra. Santos, uma mulher experiente, aguarda com uma expressão gentil.


Dra. Santos - (sorrindo) Paty, como sempre é bom vê-la. Por favor, sente-se.

Paty - (tentando parecer tranquila) Dra. Santos, sempre tão profissional. Obrigada por me receber.


A Dra. Santos percebe a tensão nos olhos de Paty e decide abordar o assunto delicadamente.


Dra. Santos - (com compaixão) Paty, eu queria que estivéssemos nos encontrando sob circunstâncias melhores. Os resultados dos exames...

Paty - (interrompendo, com um suspiro pesado) Diga-me a verdade, Dra. Santos. Não quero rodeios.


A Dra. Santos toma uma respiração profunda antes de compartilhar a notícia devastadora.


Dra. Santos - (com seriedade) Paty, os resultados revelaram que você está enfrentando uma doença terminal. Estamos fazendo o possível para controlar os sintomas, mas infelizmente, o prognóstico é desfavorável.


Os olhos de Paty se enchem de lágrimas enquanto a notícia se instala.


Paty - (com a voz embargada) Não pode ser... eu sempre fui tão cheia de vida. Como pode ser isso?


A Dra. Santos estende a mão para segurar a de Paty, oferecendo conforto.


Dra. Santos - (com empatia) A vida é imprevisível, Paty. Estaremos aqui para apoiá-la em cada passo deste difícil caminho.

Paty - (com a voz trêmula) Uma doença terminal? Não pode ser... Eu sempre vivi intensamente, aproveitando cada momento.

Dra. Santos - (com empatia) Compreendo, Paty. Essa notícia é avassaladora, e eu lamento profundamente ter que entregá-la a você.


Paty Lisboa luta para conter as lágrimas que teimam em escapar. Ela parece perdida, tentando assimilar a realidade que acabou de ouvir.


Paty - (com um suspiro) Como vou lidar com isso? Eu nunca imaginei que minha vida poderia mudar tão drasticamente.

Dra. Santos - (suavemente) É natural sentir-se assim, Paty. A aceitação é um processo e estamos aqui para apoiá-la em cada etapa.


Paty, agora mais vulnerável do que nunca, enfrenta uma nova realidade que vai além de sua fortuna e influência.


Paty - (sussurrando) Eu tinha tantos planos, tantos sonhos...


A Dra. Santos oferece um ombro solidário enquanto Paty, aos poucos, começa a processar a difícil jornada que a aguarda. 


CENA 07. APARTAMENTO DE MAX. INT. TARDE

Romina chega ao apartamento de Max com um sorriso vitorioso, seu passo leve revelando o sucesso do último golpe. 


Romina - (entusiasmada) Max, meu querido, você não vai acreditar no que acabei de conseguir!


Max, sentado em uma poltrona luxuosa, olha para Romina com um olhar cético. Seu semblante sério sugere desconfiança imediata.


Max - (com desdém) Ah, Romina, o que é agora? Mais um golpe medíocre para encher seus bolsos?

Romina - (ignorando a hostilidade, exibindo os ganhos) Este não foi medíocre, meu amor. Foi um golpe digno de mestres. Diamantes, Max. Diamantes puros!


Max levanta-se, caminhando em direção a Romina com uma expressão desinteressada.


Max - (zombando) Diamantes? Isso é insignificante para mim. Já estou envolvido em transações muito mais lucrativas.


Romina, tentando manter a animação, se aproxima de Max com um sorriso sedutor.


Romina - (sussurrando) Max, nós sempre formamos a dupla perfeita. Juntos, somos imparáveis. Por que não podemos celebrar nossas vitórias juntos?


Max, sem expressar emoção, afasta-se de Romina, ignorando seus avanços.


Max - (ríspido) Você ainda não percebeu, Romina? Você é dispensável. Seu valor está apenas nos golpes que você realiza. Nada mais.


O sorriso desaparece do rosto de Romina, substituído por uma expressão de desamparo e tristeza.


Romina - (com voz trêmula) Max, por que me trata assim? Somos uma equipe.

Max - (cínico) Uma equipe enquanto você for útil. Agora, vá embora antes que eu mude de ideia sobre deixar você participar dos meus planos.


Neste momento, O telefone de Romina toca. Max atento. O semblante de Romina muda completamente.


CENA 08. MANSÃO DE PATY. INT. TARDE

A mansão de Paty Lisboa brilha em sua grandiosidade sob a luz do sol. O luxo é evidente em cada detalhe, mas a atmosfera dentro da mansão é pesada. Paty, trajando um robe de seda, caminha pelos corredores imponentes, perdida em seus pensamentos.


CENA 09. MANSÃO DE PATY. SALA DE ESTAR. TARDE

Paty entra na espaçosa sala de estar. Ela se afunda em uma poltrona elegante, seu olhar perdido na vastidão da sala.


Paty - (sussurrando consigo mesma) Isso não pode ser real. Não pode. Eu sempre vivi a vida ao máximo, aproveitando cada segundo, e agora... agora estou condenada?


A empregada, notando a aflição de Paty, aproxima-se com uma bandeja contendo uma xícara de chá.


Empregada - (com compaixão) Sra. Lisboa, o chá está pronto. Talvez ajude a acalmar os nervos.

Paty - (recusando, com um gesto) Não quero chá. Quero respostas. Como isso pode acontecer comigo?


Paty levanta-se abruptamente e começa a percorrer a sala, suas mãos tremendo de desespero. A trilha sonora reflete a agonia que consome sua alma.


Paty - (com lágrimas nos olhos) Tantos planos, tantos sonhos... tudo desmoronando diante de mim.


Paty se aproxima de uma imponente janela panorâmica, olhando para o jardim iluminado pelo sol lá fora. A riqueza e o esplendor da mansão contrastam dolorosamente com a notícia devastadora que ela acabou de receber.


Empregada - (gentilmente) Senhora, podemos chamar alguém para ajudar a lidar com essa situação?

Paty - (com tristeza) Ninguém pode mudar o que está por vir. A morte... ela está batendo à minha porta.


Paty afunda-se em uma poltrona próxima, suas lágrimas finalmente cedendo à realidade cruel que a espera. 


CENA 10. MANSÃO DE PATY. EXT. NOITE

Romina, com os olhos vermelhos de choro, chega apressada à mansão de Paty. Ela segura seu telefone, ainda tentando assimilar a notícia da doença terminal de sua tia.


Romina - (ao porteiro, ansiosa) Onde está minha tia? Preciso vê-la imediatamente!


O porteiro aponta para a direção da sala principal, onde Paty costuma passar a maior parte do tempo. Romina entra rapidamente, seguida de perto por Max, que observa a situação com um sorriso dissimulado.


CENA 11. BAIRRO DE MADUREIRA. PLANO GERAL. NOITE

No coração do subúrbio, um animado bar na praça se torna o ponto de encontro dos moradores. Mesas ao ar livre, música de fundo e risadas ecoam enquanto personagens locais compartilham histórias e experiências.


CENA 12. BAR. MADUREIRA. NOITE

A música animada e o burburinho de risadas enchem o bar em Madureira, um local vibrante e cheio de vida. Juliano ( JOÃO BALDASSERINI), um homem de aparência descontraída, está sentado com alguns amigos em uma mesa próxima ao balcão.


Amigo 1 - (rindo) Juliano, vai ser hoje que você ganha na loteria?

Juliano - (sorrindo) Claro, meu amigo! Dez anos apostando nos mesmos números. Uma hora a sorte vai sorrir pra mim.


Os amigos continuam rindo, enquanto Juliano pede mais uma rodada de cervejas.

Juliano e seus amigos estão envolvidos em um papo descontraído, rindo e compartilhando histórias. Garrafas vazias de cerveja se acumulam na mesa, mas a atmosfera é leve e amigável.


Amigo 2 - (brincando) Juliano, talvez seus números da sorte estejam amaldiçoados!

Juliano - (ri) Não acredito nisso. Hoje é mais um dia de esperança. Quem sabe, né?


O animado apresentador na TV anuncia o início do sorteio da loteria. Os amigos param suas conversas e focam na tela, enquanto Juliano, com um sorriso otimista, segura firmemente seu bilhete.


Apresentador - (na TV) E os números sorteados são...


Os olhares ansiosos dos amigos se voltam para Juliano. O suspense aumenta, mas novamente, os números não correspondem.


Amigo 1 - (zoando) E aí, Juliano? A sorte tá com você hoje?

Juliano - (ainda sorrindo) Não foi dessa vez, mas quem sabe na próxima? O importante é nunca desistir!


A cena termina com Juliano erguendo sua cerveja em um brinde, mostrando que, apesar das brincadeiras dos amigos, ele mantém um espírito otimista e alegre. A música volta a tocar.


CENA 13. MANSÃO DE PATY . SALA DE ESTAR. NOITE

Paty, visivelmente abatida, está sentada em um sofá, envolta em um cobertor. Romina se aproxima, preocupada, enquanto Max tenta parecer solidário.


Romina - (com os olhos marejados) Tia Paty, o que aconteceu? Por que não me contou antes?

Paty - (com um suspiro) Romina, minha querida, a vida nem sempre segue nossos planos. Eu acabei de receber o diagnóstico. Não há muito tempo.


Max, fingindo compaixão, se aproxima.


Max - (com falsa simpatia) Paty, sinto muito ouvir isso. Se precisar de alguma coisa, pode contar conosco.


Romina olha para Max, suspeitando de suas intenções, mas decide focar em sua tia.


Romina - (segurando a mão de Paty) Tia, o que podemos fazer? Há alguma esperança?

Paty - (com tristeza) A medicina já não pode fazer muito por mim, querida. Só quero passar meus últimos dias em paz.


Max, enquanto expressa condolências, começa a olhar ao redor, analisando mentalmente a riqueza que o rodeia.


Max - (pensando consigo mesmo) Esta mansão, a fortuna de Paty... há muito em jogo aqui.


A trilha sonora intensifica a tensão na cena, enquanto Romina lida com o desespero e Max começa a traçar seus planos escusos.


CENA 14. RIO DE JANEIRO. EXT. PLANO GERAL

O sol começa a surgir no horizonte, tingindo o céu de tons de rosa e laranja. Pescadores começam a preparar suas redes enquanto os primeiros corredores e praticantes de exercícios desfrutam da tranquilidade da praia de Copacabana.


CENA 15. MANSÃO DE PATY. SALA DE JANTAR. MANHÃ

A mansão está iluminada pelos raios suaves do sol da manhã. Max, ainda sonolento, emerge do seu quarto e se dirige à sala de jantar, onde uma surpresa o aguarda. Ao chegar, encontra Romina já sentada à mesa, olhando fixamente para o nada.


Max - (bocejando) Bom dia. O que é isso? Você acordou cedo?

Romina - (com um sorriso forçado) Sim, Max. Não consegui dormir bem. Preocupada com a tia Paty.


Max arqueia a sobrancelha, desconfiado da sinceridade de Romina.


Max - (cético) Preocupada? Você?

Romina - (defensiva) É, Max. Ela é minha única parente. Não posso ser insensível.


Paty, sem ser vista, ouve a conversa escondida, seus olhos refletindo decepção.


Max - (debochando) Ah, por favor. Você, preocupada? Parece mais preocupada com o dinheiro que pode herdar.

Romina - (defendendo-se) Não é só isso, Max. Eu... eu tenho consideração por ela.


Max, sempre ambicioso, começa a articular seus planos enquanto Paty ouve tudo em silêncio.


Max - (com um sorriso maquiavélico) Romina, essa é a oportunidade que estávamos esperando. Se ela morrer, a herança é nossa. Podemos ficar ricos de uma vez por todas. 

Romina - (hesitante) Max, não podemos desejar a morte dela. Isso é terrível.

Max - (pressionando) Terrível é viver uma vida medíocre, Romina. Você está sempre um passo atrás, mas agora é a nossa chance. A velha vai morrer, e nós seremos livres.


Romina - (relutante) Max, eu... eu não sei.


Max continua a pressionar Romina, manipulando sua vulnerabilidade.


Max - (cínico) Romina, essa é a sua chance de sair desse ciclo de golpes insignificantes. Aproveite a oportunidade. E cá entre nós, você sempre achou essa velha cafona, insuportável.

Romina - Isso é verdade, mas não posso desejar a morte dela...

Max - É apenas o destino, benzinho... A única coisa que precisamos é manter a postura de bons ouvintes das lamentações dela e fingir que nos importamos.


Paty, ouvindo cada palavra, sente a traição se instalar. O cenário se torna tenso.


CENA 16. RUA. EXT. MANHÃ

Paty sai da mansão, desolada pelas revelações de Max e Romina. O sol do Rio de Janeiro ainda brilha, mas a atmosfera para ela torna-se sombria. Lágrimas escorrem por seu rosto enquanto ela caminha pelas movimentadas ruas da cidade.


Paty - (sussurrando consigo mesma) Como puderam fazer isso comigo?


Paty se sente sufocada pela traição e pela dor emocional. Uma trilha sonora melancólica amplifica o seu sofrimento enquanto ela caminha sem rumo.

Juliano, que trabalha como entregador de padaria, pedala pela zona sul fazendo suas entregas diárias. Ele nota Paty.

Paty, cambaleando pelas ruas, sente uma forte pressão na cabeça. Seus passos tornam-se incertos e, repentinamente, ela cai desmaiada na calçada. Juliano, rapidamente, deixa sua bicicleta de lado e corre em direção a Paty.


Juliano - (assustado) Ei, moça!


Juliano se ajoelha ao lado de Paty, preocupado. Ele percebe que algo está seriamente errado e, rapidamente, pega seu telefone para chamar uma ambulância.


Juliano - (tel . /desesperado) Por Favor, eu preciso de ajuda... Tem uma senhora caída na minha frente e ela parece estar morta...


Foco na expressão de desespero de Juliano.





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